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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Gais x Zazá (VIDEO)
Gais x Zazá from 6ra99a on Vimeo.
Sou fã do Gaiz, e o Zazá tem um picadinho a brasileira delicioso....
Chali 2na Graff writing in Sao Paulo Brazil (Behind the scenes Painting wit Flip)
Encontro de monstros em SP !
Props !
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Exit Through The Gift Shop - O filme do Banksy
Exit Through The Gift Shop , o primeiro filme do renomado grafiteiro Banksy, se tornou o mais quente bilhete no 2010 Sundance Film Festival, onde fez sua estréia mundial. Banksy é um artista de graffiti com uma reputação global, cujo trabalho pode ser visto nas paredes de pós-furacão de Nova Orleans e na barreira de separação na Cisjordânia. Ferozmente guarda o seu anonimato para evitar processos, Banksy tem resistido até agora todas as tentativas de ser capturada no filme. Exit Through The Gift Shop narra a incrível história verídica de como um excêntrico francês dono de loja virou documentarista para tentar localizar e fazer amizade com Banksy, só para ver o artista voltar a câmera de volta a si mesmor com resultados espetaculares. O filme contém imagens exclusivas de Banksy, Shepard Fairey, Invader e muitos dos mundos mais famosos grafiteiros em ação, nas paredes e em entrevistas. Como o próprio Banksy descreveu, essa é basicamente a história de um homem determinado para filmar a infilmável. E não conseguiu.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Inscreva sua turma na 1ª Batalha de Graffiti Nacional - King of Brasil 2010.


Salve fellas!
Ta rolando as inscrições para a 1ª Batalha de Graffiti Nacional, o K.O.B. – King of Brasil. O K.O.B. será uma batalha de crews (turmas de graffiti), com no mínimo 3 e máximo de 5 integrantes. Este evento vai acontecer em março, mas as inscrições só poderão ser feitas até 10 de Fevereiro de 2010, às 17h00.
Link pra inscrição: http://www.kingofbrasil.com.br/kob/inscricoes.html
O GRAFFITI
O Graffiti “Spray Can Art” (nome dado a toda arte mais elaborada e produzida com spray) iniciou em Nova York, onde garotos que viviam em bairros pobres, pintavam seus nomes, e personagens como os de Vaungh Bodê (cartunista muito popular da época) que retratava em seus personagens um mundo mistico e fantástico, e tinha como foco principal o protesto contra a guerra.
Hoje, quase 40 anos depois, o Graffiti vem se destacando como a mais ativa e emergente forma de expressão contemporânea. Milhares de jovens no mundo inteiro vêm por meio dessa fascinante manifestação artística colorindo, protestando, reivindicando e mostrando diversos universos de forma lúdica e adaptável.
A BATALHA
A cultura Hip Hop se alastrou junto com as gangues Nova-iorquinas, que ja por volta da década de 70, respondia a opressão social com violência brutal. Além das depredações dos prédios do bairro, era comum o confronto armado. Por tradição norte-americana os grupos étnicos não se misturavam, daí tinha gangues de hispânicos e gangue de negros.
Cada um tinha o seu código de grupo, o chamado Tag (assinatura dos grafiteiros), que demarcavam o território. Preocupado com tudo isso, África Bambaata resolveu marcar alguns confrontos, onde as gangues poderiam resolver suas diferenças. Esses confrontos aconteciam em festas e bailes, onde a dança era a principal arma.
Surgiu então a batalha, conhecida até hoje como "racha".
POR QUE UMA BATALHA EM CREWS?
A arte de se expressar por meio de pinturas em paredes, nos remonta a realidade pré-histórica, onde grupos representavam em paredes de cavernas seu cotidiano de caças e migrações. Este fenômeno artístico se tornou uma tradição que permanece até os dias atuais, porém com motivos bem diferentes daqueles outrora pintado nas paredes das cavernas. A Batalha em crews se torna muito mais completa, uma vez que em uma crew há artistas variados, que mesclam estilos, técnicas, além das diversas vertentes do Graffiti como personagens e letras. Um complementa o trabalho do outro.
O desafio é justamente unir tudo isso sem perder a interação, mediação e colaboração entre os indivíduos que estão ligados em rede por relações de interdependência.
Demoro fellas?!
NEUROSE URBANA CREW confirmada!
Até lá!
abrako.
por Chivitz.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Urbanização Maliciosa

Urbanização Maliciosa, um dos primeiros eventos de graffiti voluntário do Rio de Janeiro, teve até hoje 3 edições. Dia 06 de Fevereiro, à partir das 10 da manhã, estamos partindo para 4º edição, na comunidade Vila São Jorge, em Colégio. Contaremos com colaboradores da própria comunidade para fazer uma grande festa, trazendo Grafiteiros , MC's , DJ's , B-Boys, Skatistas & outros artistas. Shows com Malícia Urbana, Gutierrez, Joab MC, L. Dolla & muito mais.
COMO CHEGAR:
Do CENTRO:
350 - Descer no Guanabara de Irajá e andar até a Telemar (estrado do colégio)
349 - Descer no 2º ponto após o Guanabara de Irajá (o ponto é de frente pra rua)
METRÔ - descer na estação Colégio sair para o lado esquerdo e andar até o posto Star Gás
Da SUL:
METRÔ - Descer na estação COLÉGIO sair para o lado esquerdo e andar até o posto Star Gás
Da OESTE:
Pegar um ônibus Av. Brasil (parador), descer na "Gata de Irajá", procurar Mercado Guanabara e depois procurar Telemar da Estrada do Colégio.
Pegar ônibus até Coelho Neto e depois pegar ônibus ou kombi 920 ou 685 via Colégio, descer em frente o posto Star Gás.
Tá perdido? Liga ae:
Fael - 8870-6166 | Wag - 7891-1435 | Kelson - 9315-0922
ÔNIBUS
Estrada do colégio (posto de Gasolina)
639 Saens Peña x Jd América
685 Irajá x Méier
920 Pavuna x Bonsucesso
560 Caxias x Pau Ferro
349 Rocha Miranda x Praça XV
Praça de Irajá (Guanabara)
350 Iraja x Passeio
629 Iraja x Saen Peña
712 Iraja x Cascadura
774 Jd América x Madureira
560 Caxias x Freguesia
942 Penha x Pavuna
774 Madureira x Jd. América
940 Madureira x Jd. América
351 Castelo x Vaz lobo
Metro de colégio
687 Pavuna x Méier
688 Pavuna x Méier
298 Acari x castelo
551 Penha x N. Iguaçu
926 Penha x Senador Camara
728 Bonsucesso x N. Aurora
919 Rocha Miranda x Penha
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
HOMEGROWN e NIKE, Já AIR!
Um salve pro Marquito e o PH.
Trilha sonora Dj Babão .
sábado, 28 de novembro de 2009
No Rio para o Hutúz, grafiteiro Daze critica a cena atual

Entrevista muito boa do William Helal Filho com perguntas do TOZ, AFA e BINHO para O Globo.
RIO - O homem é um capítulo vivo da história do grafite e vai reforçar a edição de 10 anos do festival Hutúz. Chris "Daze" Ellis integrava a turma da pesada que pintava vagões de metrô em Nova York nos anos 70. É cúmplice da ascensão de uma arte underground que se espalhou pelas ruas do mundo e conquistou as galerias de grã-finos. Ainda hoje um dos grandes nomes do grafite, Daze, que já veio ao Brasil outras vezes, está aqui para um seminário, amanhã, no CCBB. A pedido da Megazine, ele respondeu a perguntas dos grafiteiros Tomaz "Toz" Viana (Fleshbeckcrew), Alexandre "Afa" Ferreira (Cufa) e Binho Ribeiro, de São Paulo.
Veja imagens de trabalhos do grafiteiro Daze
TOMAZ VIANA (TOZ): Qual a diferença entre a cena do grafite de Nova York atual e a da época em que você começou?
DAZE: Com a exposição cada vez maior do grafite, o ego dos writers está falando muito alto. As pessoas só querem sucesso imediato. É a era do "eu". E a nova geração está desconectada da antiga, não tem senso de história. Não vejo muita coisa boa sendo produzida.
TOZ: Expor seus trabalhos numa galeria mudou sua percepção sobre o grafite?
DAZE: Quando comecei, nem sonhava viver do grafite. Queria ser autor de HQs. Mas em 1980 vieram as exposições em galerias. Minha primeira mostra, no mesmo ano, não mudou muito o que pensava sobre grafite, porque continuei pintando na rua. Mas ampliou os horizontes.
TOZ: Qual é a diferença, para você, entre fazer grafite na rua e no seu estúdio?
DAZE: Na rua, a resposta é imediata. As pessoas passam e comentam. Os trabalhos são bem diretos, e gosto usar temas alto astral. Já no estúdio, o trabalho é cerebral, e posso ser mais intimista. Eu crio algo que as pessoas vão ver com calma, numa galeria.
AFA: Como você vê a cena e o estilo dos grafiteiros no Rio?
DAZE: O Rio é um dos melhores lugares do mundo para o grafite. No Brasil como um todo, as raízes do grafite não são antigas como nos EUA, e, por isso, os grafiteiros não têm problema em tentar coisas novas. São mais experimentais.
AFA: No Brasil, os writers desenvolvem atividades sociais com o grafite nas favelas. O que acha disso?
DAZE: Estive no Brasil outras vezes e vi como o grafite salva vidas, mantendo garotos longe do tráfico. Eu mesmo cresci num ambiente violento, na Nova York dos anos 70, e o grafite me deixou fora disso. Há iniciativas parecidas nos EUA, mas tudo depende do governo. No Brasil, vocês aprenderam a não confiar no dinheiro público.
BINHO RIBEIRO: Que análise você faz do grafite, hoje, no mundo inteiro?
DAZE: Rio, São Paulo, Paris, Barcelona, Los Angeles e outras cidades estão entre os locais mais importantes, e Nova York ainda é a meca do grafite. Todos esses lugares têm particularidades. Em Los Angeles, por exemplo, cada trabalho ocupa muito mais espaço do que em NY, onde vários grafiteiros pintam o mesmo muro.
BINHO: Como será a cena do grafite daqui a dez anos?
DAZE: O grafite vai ser reconhecido como a arte mais influente da história, por tocar gente do mundo inteiro. Em toda cidade há obras com as quais as pessoas se identificam.
O GLOBO: A globalização e a web afetaram o grafite?
DAZE: Bastante. Por um lado, facilitaram o acesso a obras do mundo todo. Mas vejo muitos writers saindo das ruas por isso. Eles pintam uma parede, fotografam a obra para publicá-la na web e cobrem o muro de branco, para pintar de novo. Com isso, seu trabalho deixa de circular na rua, que é o ambiente tradicional do grafite.
O GLOBO: O grafite ainda é uma arte do underground?
DAZE: As raízes estarão sempre no underground. E, por maior que seja a aceitação hoje, muita gente ainda confunde grafite com vandalismo.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Titi Freak - "Espancando em Ipanema"
Titi mandando um grafite no Rio e uma palhinha da festa de lançamento (que parou a Teixeira de Melo) do livro Freak que rolou na Cucaracha do meu mano Matias dia 5 de agosto. C-c-check it out !
quarta-feira, 22 de abril de 2009
STREET ART - ATAULFO ALVES @ R. JOAQUIM SILVA, L.A.P.A
Coisas bonitas que me chamaram a atenção durante o meu rolé diário pelo bairro:



esses novos grafites da Joaquim Silva, especialmente esse em homenagem ao grande Ataulfo Alves. Mas você sabe quem foi Ataulfo Alves?? o MCLapa também cultura brother !!!!
Irado né não mané?? então, sai da net e vai dar um rolé !!
UPDATE: a obra é do meu broder MENT, junto com o Bruno Big, se liga no que ele me escreveu no Facebook:
"Muito respeito pela obra e por quem foi Ataulfo Alves,o neto dele me procurou na net agradecendo,disse que a familia toda se amarrou,isso não tem preço,alias esse painel é de rua,sem fins comerciais,muita gente tomou porrada nas costas,morreu,foi torturado e outras crueldades pra gente ta fazendo isso hoje,valeu a ideia,pintei junto com Bruno Big ha umas duas semanas atras,semana que vem se ele estivesse vivo completaria 100 anos,abrç."



esses novos grafites da Joaquim Silva, especialmente esse em homenagem ao grande Ataulfo Alves. Mas você sabe quem foi Ataulfo Alves?? o MCLapa também cultura brother !!!!
Irado né não mané?? então, sai da net e vai dar um rolé !!
UPDATE: a obra é do meu broder MENT, junto com o Bruno Big, se liga no que ele me escreveu no Facebook:
"Muito respeito pela obra e por quem foi Ataulfo Alves,o neto dele me procurou na net agradecendo,disse que a familia toda se amarrou,isso não tem preço,alias esse painel é de rua,sem fins comerciais,muita gente tomou porrada nas costas,morreu,foi torturado e outras crueldades pra gente ta fazendo isso hoje,valeu a ideia,pintei junto com Bruno Big ha umas duas semanas atras,semana que vem se ele estivesse vivo completaria 100 anos,abrç."
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
MOTILLA FAZ GRAFITE AO SOM DOS INUMANOS
homenagem ao Bate-bola ao som de "seja o líder" do INUMANOS .
cortesia do wilson domingues da tv.zerovinteum.net .
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