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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Exit Through The Gift Shop - O filme do Banksy



Exit Through The Gift Shop , o primeiro filme do renomado grafiteiro Banksy, se tornou o mais quente bilhete no 2010 Sundance Film Festival, onde fez sua estréia mundial. Banksy é um artista de graffiti com uma reputação global, cujo trabalho pode ser visto nas paredes de pós-furacão de Nova Orleans e na barreira de separação na Cisjordânia. Ferozmente guarda o seu anonimato para evitar processos, Banksy tem resistido até agora todas as tentativas de ser capturada no filme. Exit Through The Gift Shop  narra a incrível história verídica de como um excêntrico francês dono de loja virou documentarista para tentar localizar e fazer amizade com Banksy, só para ver o artista voltar a câmera de volta a si mesmor com resultados espetaculares. O filme contém imagens exclusivas de Banksy, Shepard Fairey, Invader e muitos dos mundos mais famosos grafiteiros em ação, nas paredes e em entrevistas. Como o próprio Banksy  descreveu, essa é basicamente a história de um homem determinado para filmar a infilmável. E não conseguiu.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Inscreva sua turma na 1ª Batalha de Graffiti Nacional - 
King of Brasil 2010.





Salve fellas!

Ta rolando as inscrições para a 1ª Batalha de Graffiti Nacional, o K.O.B. – King of Brasil. O K.O.B. será uma batalha de crews (turmas de graffiti), com no mínimo 3 e máximo de 5 integrantes. Este evento vai acontecer em março, mas as inscrições só poderão ser feitas até 10 de Fevereiro de 2010, às 17h00.

Link pra inscrição: 
http://www.kingofbrasil.com.br/kob/inscricoes.html

O GRAFFITI

O Graffiti “Spray Can Art” (nome dado a toda arte mais elaborada e produzida com spray) iniciou em Nova York, onde garotos que viviam em bairros pobres, pintavam seus nomes, e personagens como os de Vaungh Bodê (cartunista muito popular da época) que retratava em seus personagens um mundo mistico e fantástico, e tinha como foco principal o protesto contra a guerra.
Hoje, quase 40 anos depois, o Graffiti vem se destacando como a mais ativa e emergente forma de expressão contemporânea.
Milhares de jovens no mundo inteiro vêm por meio dessa fascinante manifestação artística colorindo, protestando, reivindicando e mostrando diversos universos de forma lúdica e adaptável.

A BATALHA

A cultura Hip Hop se alastrou junto com as gangues Nova-iorquinas, que ja por volta da década de 70, respondia a opressão social com violência brutal. Além das depredações dos prédios do bairro, era comum o confronto armado. Por tradição norte-americana os grupos étnicos não se misturavam, daí tinha gangues de hispânicos e gangue de negros.
Cada um tinha o seu código de grupo, o chamado Tag (assinatura dos grafiteiros), que demarcavam o território. Preocupado com tudo isso, África Bambaata resolveu marcar alguns confrontos, onde as gangues poderiam resolver suas diferenças. Esses confrontos aconteciam em festas e bailes, onde a dança era a principal arma.
Surgiu então a batalha, conhecida até hoje como "racha".


POR QUE UMA BATALHA EM CREWS?

A arte de se expressar por meio de pinturas em paredes, nos remonta a realidade pré-histórica, onde grupos representavam em paredes de cavernas seu cotidiano de caças e migrações. Este fenômeno artístico se tornou uma tradição que permanece até os dias atuais, porém com motivos bem diferentes daqueles outrora pintado nas paredes das cavernas. 
A Batalha em crews se torna muito mais completa, uma vez que em uma crew há artistas variados, que mesclam estilos, técnicas, além das diversas vertentes do Graffiti como personagens e letras. Um complementa o trabalho do outro.
O desafio é justamente unir tudo isso sem perder a interação, 
mediação e colaboração entre os indivíduos que estão ligados 
em rede por relações de interdependência.

Demoro fellas?!
NEUROSE URBANA CREW confirmada!
Até lá!

abrako.

por Chivitz.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Urbanização Maliciosa



Urbanização Maliciosa, um dos primeiros eventos de graffiti voluntário do Rio de Janeiro, teve até hoje 3 edições. Dia 06 de Fevereiro, à partir das 10 da manhã, estamos partindo para 4º edição, na comunidade Vila São Jorge, em Colégio. Contaremos com colaboradores da própria comunidade para fazer uma grande festa, trazendo Grafiteiros , MC's , DJ's , B-Boys, Skatistas & outros artistas. Shows com Malícia Urbana, Gutierrez, Joab MC, L. Dolla & muito mais.


COMO CHEGAR:


Do CENTRO:


350 - Descer no Guanabara de Irajá e andar até a Telemar (estrado do colégio)
349 - Descer no 2º ponto após o Guanabara de Irajá (o ponto é de frente pra rua)
METRÔ - descer na estação Colégio sair para o lado esquerdo e andar até o posto Star Gás


Da SUL:


METRÔ - Descer na estação COLÉGIO sair para o lado esquerdo e andar até o posto Star Gás


Da OESTE:


Pegar um ônibus Av. Brasil (parador), descer na "Gata de Irajá", procurar Mercado Guanabara e depois procurar Telemar da Estrada do Colégio.
Pegar ônibus até Coelho Neto e depois pegar ônibus ou kombi 920 ou 685 via Colégio, descer em frente o posto Star Gás.


Tá perdido? Liga ae:
Fael - 8870-6166 | Wag - 7891-1435 | Kelson - 9315-0922


ÔNIBUS


Estrada do colégio (posto de Gasolina)


639 Saens Peña x Jd América
685 Irajá x Méier
920 Pavuna x Bonsucesso
560 Caxias x Pau Ferro
349 Rocha Miranda x Praça XV


Praça de Irajá (Guanabara)


350 Iraja x Passeio
629 Iraja x Saen Peña
712 Iraja x Cascadura
774 Jd América x Madureira
560 Caxias x Freguesia
942 Penha x Pavuna
774 Madureira x Jd. América
940 Madureira x Jd. América
351 Castelo x Vaz lobo


Metro de colégio


687 Pavuna x Méier
688 Pavuna x Méier
298 Acari x castelo
551 Penha x N. Iguaçu
926 Penha x Senador Camara
728 Bonsucesso x N. Aurora
919 Rocha Miranda x Penha

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

sábado, 28 de novembro de 2009

No Rio para o Hutúz, grafiteiro Daze critica a cena atual



Entrevista muito boa do William Helal Filho com perguntas do TOZ, AFA e BINHO para O Globo.


RIO - O homem é um capítulo vivo da história do grafite e vai reforçar a edição de 10 anos do festival Hutúz. Chris "Daze" Ellis integrava a turma da pesada que pintava vagões de metrô em Nova York nos anos 70. É cúmplice da ascensão de uma arte underground que se espalhou pelas ruas do mundo e conquistou as galerias de grã-finos. Ainda hoje um dos grandes nomes do grafite, Daze, que já veio ao Brasil outras vezes, está aqui para um seminário, amanhã, no CCBB. A pedido da Megazine, ele respondeu a perguntas dos grafiteiros Tomaz "Toz" Viana (Fleshbeckcrew), Alexandre "Afa" Ferreira (Cufa) e Binho Ribeiro, de São Paulo.

Veja imagens de trabalhos do grafiteiro Daze

TOMAZ VIANA (TOZ): Qual a diferença entre a cena do grafite de Nova York atual e a da época em que você começou?

DAZE: Com a exposição cada vez maior do grafite, o ego dos writers está falando muito alto. As pessoas só querem sucesso imediato. É a era do "eu". E a nova geração está desconectada da antiga, não tem senso de história. Não vejo muita coisa boa sendo produzida.

TOZ: Expor seus trabalhos numa galeria mudou sua percepção sobre o grafite?

DAZE: Quando comecei, nem sonhava viver do grafite. Queria ser autor de HQs. Mas em 1980 vieram as exposições em galerias. Minha primeira mostra, no mesmo ano, não mudou muito o que pensava sobre grafite, porque continuei pintando na rua. Mas ampliou os horizontes.

TOZ: Qual é a diferença, para você, entre fazer grafite na rua e no seu estúdio?

DAZE: Na rua, a resposta é imediata. As pessoas passam e comentam. Os trabalhos são bem diretos, e gosto usar temas alto astral. Já no estúdio, o trabalho é cerebral, e posso ser mais intimista. Eu crio algo que as pessoas vão ver com calma, numa galeria.

AFA: Como você vê a cena e o estilo dos grafiteiros no Rio?

DAZE: O Rio é um dos melhores lugares do mundo para o grafite. No Brasil como um todo, as raízes do grafite não são antigas como nos EUA, e, por isso, os grafiteiros não têm problema em tentar coisas novas. São mais experimentais.

AFA: No Brasil, os writers desenvolvem atividades sociais com o grafite nas favelas. O que acha disso?

DAZE: Estive no Brasil outras vezes e vi como o grafite salva vidas, mantendo garotos longe do tráfico. Eu mesmo cresci num ambiente violento, na Nova York dos anos 70, e o grafite me deixou fora disso. Há iniciativas parecidas nos EUA, mas tudo depende do governo. No Brasil, vocês aprenderam a não confiar no dinheiro público.

BINHO RIBEIRO: Que análise você faz do grafite, hoje, no mundo inteiro?

DAZE: Rio, São Paulo, Paris, Barcelona, Los Angeles e outras cidades estão entre os locais mais importantes, e Nova York ainda é a meca do grafite. Todos esses lugares têm particularidades. Em Los Angeles, por exemplo, cada trabalho ocupa muito mais espaço do que em NY, onde vários grafiteiros pintam o mesmo muro.

BINHO: Como será a cena do grafite daqui a dez anos?

DAZE: O grafite vai ser reconhecido como a arte mais influente da história, por tocar gente do mundo inteiro. Em toda cidade há obras com as quais as pessoas se identificam.

O GLOBO: A globalização e a web afetaram o grafite?

DAZE: Bastante. Por um lado, facilitaram o acesso a obras do mundo todo. Mas vejo muitos writers saindo das ruas por isso. Eles pintam uma parede, fotografam a obra para publicá-la na web e cobrem o muro de branco, para pintar de novo. Com isso, seu trabalho deixa de circular na rua, que é o ambiente tradicional do grafite.

O GLOBO: O grafite ainda é uma arte do underground?

DAZE: As raízes estarão sempre no underground. E, por maior que seja a aceitação hoje, muita gente ainda confunde grafite com vandalismo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Titi Freak - "Espancando em Ipanema"

Titi mandando um grafite no Rio e uma palhinha da festa de lançamento (que parou a Teixeira de Melo) do livro Freak que rolou na Cucaracha do meu mano Matias dia 5 de agosto. C-c-check it out !

quarta-feira, 22 de abril de 2009

STREET ART - ATAULFO ALVES @ R. JOAQUIM SILVA, L.A.P.A

Coisas bonitas que me chamaram a atenção durante o meu rolé diário pelo bairro:





esses novos grafites da Joaquim Silva, especialmente esse em homenagem ao grande Ataulfo Alves. Mas você sabe quem foi Ataulfo Alves?? o MCLapa também cultura brother !!!!

Irado né não mané?? então, sai da net e vai dar um rolé !!

UPDATE: a obra é do meu broder MENT, junto com o Bruno Big, se liga no que ele me escreveu no Facebook:

"Muito respeito pela obra e por quem foi Ataulfo Alves,o neto dele me procurou na net agradecendo,disse que a familia toda se amarrou,isso não tem preço,alias esse painel é de rua,sem fins comerciais,muita gente tomou porrada nas costas,morreu,foi torturado e outras crueldades pra gente ta fazendo isso hoje,valeu a ideia,pintei junto com Bruno Big ha umas duas semanas atras,semana que vem se ele estivesse vivo completaria 100 anos,abrç."